domingo, 8 de maio de 2011

"Mas é possível doer tanto uma coisa que ainda nem tem nome?
Umas esquesitices no peito, um nó na altura do pescoço, um sono que não vinha, um sonho que não viria...
...uma sensação de...como é mesmo o nome...?
Ahh!sim, lembrei: amor em fase terminal!"


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