As vezes não sei o que dói mais, se é o meu coração machucado pela decepção ou se é o fato de saber que nunca mais estará aqui.
Juras de amor perdidas ao vento, promessa nunca cumpridas e o que resta são somente dois corações machucados sangrando. E a vontade de voltar no tempo e mudar tudo o que passou, o desejo de nunca ter se machucado, nunca ter acreditado. O medo que antes era de perder, se transforma em medo de ter por perto. Começo a me sentir caindo dentro de um abismo escuro e profundo. As lembranças aparecem em momentos inadequados e a lagrima que sempre escorre pelo me rosto. Ate as lembranças dos momentos felizes começam a machucar não há nada que faça isso mudar.
Estar perdida e se sentir perdida são coisas diferentes. Não tenho rumo certo, meus planos se foram e começar mais uma vez é difícil. É como construir um castelo de areia na beira da praia, você sabe que pode vir um onda e levar tudo o que você demorou horas pra construir, e do que valeu o todo o seu esforço se no final você fracassou?
É como se você lutasse contra o nada e no final estivesse exausto e todo ferido.
As vezes cair e se levantar pode ser recompensador, mas outras vezes não. Algumas vezes você vai cair e vai desejar ficar no chão, não terá mais motivos para se levantar e tentar continuar.
Não adianta todos dizerem que vai passar, que o tempo é o melhor remédio. Pois não vai passar, o tempo não vai te curar. Nem mil anos consertaram um coração ferido pelo amor. E quando você desistir nada fará você ter vontade de continuar. Nada mais fará sentido, nada terá mais graça. Nada mais importaria.
Agora que acabou, você encontra forças pra continuar, e eu encontro uma mareira de como continuar no chão.
O amor se transformou em ódio, o carinho em desprezo e o teu nome se perdeu junto todo o resto. Eu não te amo, mais eu te desprezo e isso me faz lembrar que você me destruiu, me jogou no chão, que você tirou o que existia de melhor em mim, e isso dói como uma faca atravessada ao coração.
sábado, 25 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
-Sonhos!
Sonhos que chegam, que vão embora.
Sonhos de uma vida inteira.
Sonhos impossíveis, sonhos possíveis.
Sonhos mágicos, estranhos, confusos.
Sonhos de uma noite.
Sonhos compartilhados, sonhos imaginados, pensados, escritos.
Sonhos que nos levam a outro mundo, que dão um novo sentido a nossa vida.
Sonhos que nos permitem aprender, que nos permitem sermos felizes.
Sonhos inimagináveis.
Sonhos simples.
Sonhos complexos.
Sonhos completos.
Sonhos inacabados.
Sonhos que um dia vão se tornar a nossa realidade.
Sonhos !
Sonhos que chegam, que vão embora.
Sonhos de uma vida inteira.
Sonhos impossíveis, sonhos possíveis.
Sonhos mágicos, estranhos, confusos.
Sonhos de uma noite.
Sonhos compartilhados, sonhos imaginados, pensados, escritos.
Sonhos que nos levam a outro mundo, que dão um novo sentido a nossa vida.
Sonhos que nos permitem aprender, que nos permitem sermos felizes.
Sonhos inimagináveis.
Sonhos simples.
Sonhos complexos.
Sonhos completos.
Sonhos inacabados.
Sonhos que um dia vão se tornar a nossa realidade.
Sonhos !
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Ontem chorei.
Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas. Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda-roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei. Apronto agora os meus pés na estrada. Ponho-me a caminhar sob sol e vento. - Caio Fernado Abreu
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